30/06/2010

30/06/2010

(..) Você tem sede de que?
Você tem fome de que?…

A gente não quer só comida
A gente quer comida
Diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída
Para qualquer parte…

(..)
A gente não quer só comer
A gente quer prazer
Prá aliviar a dor…

A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer dinheiro
E felicidade
A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer inteiro
(..)

A gente não quer só comida
A gente quer comida
Diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída
Para qualquer parte…

A gente não quer só comida
A gente quer bebida
Diversão, balé
A gente não quer só comida
A gente quer a vida
Como a vida quer…

(..)
Desejo, necessidade, vontade
Necessidade, desejo, eh!
Necessidade, vontade, eh!
Necessidade…

(Você tem fome de que de Tintas)

Com base nas reflexões e apresentações referentes à leitura e formação do leitor no decorre do semestre letivo esboçarei uma linha pessoal do entendimento  como é  importante a leitura na formação do individuo.

Contextualizando o leitor o autor Perrotti enfatiza a distinção entre ledor e leitor. O primeiro incorpora o ser passivo, imobilizado, que pouco ou nada acrescenta ao ato de ler. O texto para o ledor não tem aberturas, porque ele decifra mecanicamente os seus sinais. Não há mistério, nem criação. A leitura é definitiva. O leitor, no entanto, é móvel e tem um olhar indefinido, errante e criativo sobre o texto. Permite-se ler em suas linhas e entrelinhas, desvelando seus sinais visuais e invisíveis. Isto só ocorre quando se dá o pacto entre texto e leitor, que o ledor não se arrisca a fazer.

Para tanto, saliento o valor de se ter uma prática de leitura que prepare leitores capazes de não só participarem da sociedade na qual convivem, mas principalmente de tentarem transformá-la. Para isso, é necessário o papel do mediador nesse processo, que esse  possa provocar para o caráter social do ato de ler, uma vez que, no momento da leitura, trocam-se valores, crenças, gostos, que não pertencem somente ao leitor, nem ao autor do texto lido, mas a todo um conjunto sociocultural.

Cabe destacar, os agentes influenciadores como a escola enquanto agente é incumbida pela formação educacional das novas gerações exercendo um papel de importância no processo de preparação dos leitores. Assim, espera-se a formação de leitores com espírito crítico sendo  a chave da cidadania.

Entretanto o processo de leitura na escola propõe estratégias de estimulo inovador por compreender que vivenciamos pluralidade sociocultural.

Enfim, a vida contemporânea  reflete sobre a necessidade de se adotar nova postura de comportamento. E tais posturas são conjucturadas no desenvolvimento de planos e projetos estruturados pelos órgãos públicos, privados e organizações comprometidos com a promoção a leitura e o livro no Brasil.

Exemplificando discutimos em sala de aula o Plano Nacional de Livro e Leitura que é  um conjunto de projetos, programas, atividades e eventos na área do livro, leitura, literatura e bibliotecas em desenvolvimento no país, empreendidos pelo Estado (em âmbito federal, estadual e municipal) e pela sociedade. A prioridade do PNLL é transformar a qualidade da capacidade leitora do Brasil e trazer a leitura para a rotina do brasileiro.   Mas apesar da mobilização em prol a leitura e formação do leitor  e das inúmeras teorias estruturadas temos que caminhar avançar para a pratica .   Tornam-se reais as situações de leitura.

Para isto, o mediador da leitura  precisa criar atividades significativas para envolver o leitor com a leitura .Parafraseando Lajojolo,  o mediador da leitura precisa ler muito,precisa envolver-se com o que lê. Solé argumenta que:

não se deve esquecer que interesse também se cria, se suscita e se educa e que em diversas ocasiões ele depende do entusiasmo e da apresentação que faz de uma determinada leitura e das possibilidades que seja capaz de explorar. (Solé ,1998,p.43)

Espero que a combinação de ambos universos produza leitores críticos, aptos a ler o mundo. Paulo Freire diz:

A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem  dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto (FREIRE, 2008, p. 11).

Enfim, que  a leitura causa no leitor a expectativa do inusitado, aguça sua curiosidade e instiga o raciocínio.Que seja uma leitura confrontadora, independente dos gêneros e tipos de textuais.

Fragmentando: As aulas mostraram sobre a historia, as lacunas, questionamentos e caminhos que os especialistas na área de Leitura e Formação do Leitor fazem. Com base neste conhecimento tenho agora referencias teóricos para pesquisa como mediador na vida pessoal e profissional. Apesar dos debates e analise teórica senti falta abordagem pratica. Isto é, conhecer exemplos de projetos que deram certo e relatos dos mediares que os fez. Já sobre as aulas apesar de alguns momentos perder nas reflexões da Professora Conceição percebe que tenho longo caminho a percorrer e  senti angustiada por entender que como mediadora posso traumatizar ou vivenciar o nascimento de um leitor.Afirmo que as aulas foram validas por mostrar que como pessoa e profissional torno-me  responsável  pela mediação do prazer e conhecimento que a leitura  transmite para o leitor .

Fragmentos Visuais:

Referências:

LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 3.ed. São Paulo: Ática, 1997.

PNLL: Plano Nacional do Livro e Leitura. Apresenta  produtos e serviços oferecidos pela Gestão Executiva  do PNLL.Disponível em < http://www.pnll.gov.br/&gt;. Acesso em: 18 jun. 2010.

SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. 6.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

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23/06/2010

23/06/2010

One morning,when Gregor Samsa woke from troubled dreams,he found him self transformed in his bed into a horrible vermin. ( A metamorphose de Franz Kafka)

 

 Penúltima aula de Leitura e Formação do Leitor ministrada pela Professora Conceição.Fora proposto anteriormente a escolha de um clássico literário e que relaciona-se com o texto Porque ler os clássicos de Ítalo Calvino. Minha busca a clássico literário aconteceu em dois momentos. Uma tentativa frustrada com a releitura inacabada de Os miseráveis de Victor Hugo e a troca por A Metamorfose de Franz Kafka. No primeiro momento escolhi Os miseráveis por indicação de uma amiga mas considero mal escolha por entender que a adaptação da obra deixou a desejar provocando minha insatisfação com a releitura. A segunda opção de clássico fora A Metamorfose de Franz Kafka por tratar de escrito consagrado pelo tempo. Os especialistas abordam os escritos de Kafka como forma peculiar de compor a leitura. O clima mantido por Kafka em que é caracterizado um ambiente de angústia e de desconcerto, atribuído por muitos ao início da era que culminaria com a ascensão de Hitler e com a Segunda Guerra Mundial. Portanto A metamorfose é uma novela que narra a história de Gregor Samsa, um caixeiro viajante que certo dia acorda em seus quarto transformado . Apresentando significados simbólicos, a obra deu origem às mais diversas interpretações. Como as associações de ordem psicanalítica sobre a relação de Kafka com seu pai. A interpretação de que a obra não é redutível a dramas familiares do autor, mas, sim, a expressão da tensão do artista em meio à sociedade burguesa de sua época. Entendo que A metamorfose é uma obra de literatura fantástica na medida em que explora uma situação inusitada e que foge ao que é aceitável ou tolerável. Portanto o personagem Gregor Samsa transcende essas classificações e denuncia os mecanismos de dominação e de subjugação da mente humana.

Fragmentado: Porque A Metamorfose de Franz Kafka é um clássico? Para Calvino ,(2007,p,12) ” um clássico é uma obra que provoca incessantemente uma nuvem de discursos críticos sobre si, mas continuamente”as repele para longe.”

Sabemos que A Metamorfose de Franz Kafka é uma obra analisada das mais variadas formas de crítica seja sociológica, psicológica, psicanalítica, etc. Tornou-se atemporal, ou seja, apropriou-se a universalidade, marcada e determinada por abordar assuntos que não se esgotam e nunca são datados ou remarcados, sendo assim A metamorfose não “esfria”.

Calvino(2007,p.14) menciona que “um clássico é um livro que vem antes de outros clássicos; mas quem leu antes os outros e depois lê aquele, reconhece logo o seu lugar na genealogia.”

Portanto pensar nos clássicos é de certa medida lembrar daquelas releituras que marcaram que fazem parte da minha história, demarcando os momentos e situações que fizeram dos textos, marcos vividos.

Enfim, Calvino (2007, p.11) diz um clássico é um livro que nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer.

Ao reler A metamorfose de Kafka as inquietações e perguntas não deixaram processar uma conclusão. Como o personagem Gregor Samsa que sofreu transformação. Seria por causa da irritação de não ser amado pela família ou peso ser responsável pela família ou infelicidade de não poder ser ou infelicidade não afirmar como pessoa.

Entendo que no final, o que importa em A Metamorfose de Kafka não é interpreta a obra mas confesso que não sou mais a mesma após a releitura .

Referências:

BIOGRAFIA DE KAFKA. Almanaque Autores. Disponível em < http://almanaque.folha.uol.com.br/kafka.htm&gt;.Acesso em: 14 jun. 2010.

 CALVINO, Ítalo. Por que Ler os Clássicos. In: ___Por que Ler os Clássicos. São Paulo: Companhia das Letras, 20087.p. 9-16.

KAFKA.Reportagem Primeira Biografia Tcheca,80 anos após sua morte. Disponível em <http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,kafka-ganha-1-biografia-tcheca-80-anos-apos-sua-morte,521772,0.htm >.Acesso em : 14 jun. 2010.

REPORTAGEM ESCRITOR MODESTO CARONE. Escritor Modesto Carone traduz diretamente do alemão,contos inéditos de Kafka. Disponível em <http://www.ccba.com.br/asp/cultura_texto.asp?idtexto=38>.Acesso em: 24 jun. 2010.

KAFKA, Franz. A metamorfose. São Paulo: Companhia das Letras,1997.p.96p.

Tradução: Modesto Carone

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16/06/2010

16/06/2010

 Como a nossa constituição que fora muito bem pensada e escrita paralelo temos o ¹PNLL muito bem elaborada pela participação de pensadores e colaboradores da sociedade brasileira.       

Do plano macro do governo federal o PNLL a micro ações sociais como a ²Borrachalioteca. Ambos buscam formas de promover e ampliar o gosto do individuo para cultura através da leitura sendo com elaboração de planos ousados a simples esquemas no fundo de casa,nas praças,em barcos,etc.

Estas ações individuais às vezes promovidas pela  mídia ajudam a incentivar  interessados em desenvolver ações mediadoras  e não sabe como fazer. Enfim que as ações mediadoras  voltadas a leitura consiga de alguma forma  germinar frutos  no leitor que  participa. 

_____________________________________________________

1 PNLL

  O Plano Nacional do Livro e Leitura é produto do compromisso do governo federal de construir políticas públicas e culturais com base em um amplo debate com a sociedade e, em especial, com todos os setores interessados no tema. Sob a coordenação do Ministério da Cultura e do Ministério da Educação, participaram do debate que conduziu à elaboração deste documento representantes de toda a cadeia produtiva do livro – editores, livreiros, distribuidores, gráficas, fabricantes de papel, escritores, administradores, gestores públicos e outros profissionais do livro –, bem como educadores, bibliotecários, universidades, especialistas em livro e leitura, organizações da sociedade, empresas públicas e privadas, governos estaduais, Prefeituras e interessados em geral.

 O Plano Nacional do Livro e Leitura tem como as seguintes premissas:

  • Democratizar o acesso ao livro e a outras formas de leitura;
  • Fortalecer a biblioteca pública e a escola na formação de leitores e incluir espaços não convencionais;
  • Apoiar as cadeias produtiva e criativa do livro e a mediadora da leitura;
  • Ter a dimensão de uma Política de Estado

E como eixos norteadores  as quatro  ações abaixo:

  1. Democratização do Acesso

 *   Implantar novas bibliotecas

*   Fortalecer a rede atual de bibliotecas

*  Conquistar novos espaços de leitura

*  Distribuir livros gratuitos

* Melhorar o acesso ao livro e outras formas de leitura

 2.      Fomento á Leitura e Formação

 *    Formação de mediadores de leitura

*     Projetos de estímulo à leitura

*    Apoio à pesquisa acadêmica

*     Prêmios e reconhecimento às melhores práticas

*     Calendário de Eventos

*     Participação do setor privado

 3.   Valorização do Livro e Leitura

 *    Ações para criar consciência sobre o valor social da leitura

*    Ações para converter a leitura em uma política pública

*    Publicações 

4        Apoio á Produção e á Criação

 *    Apoio à cadeia produtiva do livro

*    Apoio à distribuição/circulação de bens

*    Apoio a cadeia criativa do livro

2 Borrachalioteca surgiu com a doação dos primeiros exemplares de livros pela Biblioteca Publica de Sabará em Minas Gerais a Marco Túlio Damascena que inovou em ocupar um pequeno espaço da borracharia onde trabalha. Hoje a borracharia é dividida a serviços comuns de uma borracharia e o espaço cultural onde a comunidade pode apreciar o gosto pela leitura. Além dos livros a Borrachalioteca também oferece aos seus usuários edições diárias do jornal Hoje em Dia, revistas em quadrinhos e semanais e diversas fitas de vídeo. 

 Fragmentos Visuais: Borrachalioteca

 

 

 

Referências:

PNLL: Plano Nacional do Livro e Leitura. Apresenta  produtos e serviços oferecidos pela Gestão Executiva  do PNLL.Disponível em < http://www.pnll.gov.br/&gt;. Acesso em: 18 jun. 2010.

PREMIO VIVA A LEITURA 2010. Borrachalioteca: um Jeito Diferente de Ler o Mundo. Disponível em <http://www.premiovivaleitura.org.br/default.asp?Page=00_borrachalioteca.asp>Acesso em: 18 jun. 2010.

 

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02/06/2010

02/06/2010

 “Espero poder confiar inteiramente em você, como jamais confiei em alguém até hoje,e espero que você venha a ser um grande apoio e um grande conforto para mim.”(Anne Frank, 12 de junho de 1942.) 

 

 

Após três aulas encerramos os relatos do gênero literário diário. Proposta de atividade ministrada pela Professora Conceição. Apesar de delimitar o gênero de leitura para alunos observei que em algumas escolhas o papel do mediador esteve presente como da colega de sala  que através de uma breve conversa com a irmã indicou o diário  O homem que não amava as mulher de Stieg Larsson  .Como O diário de um exílio de Trostski relido por outra colega de sala  com  indicação de amigos .Já outra colega através da bibliotecária escolheu o Diário Íntimo e Pensamento de Sully Prudhomne .Mas alguns a escolha foi por pesquisa no catalogo on line da universidade ou consultas pessoais nas bibliotecas ,No caso ,a escola do meu diário O quarto Despejo de Carolina Maria de Jesus foi por escolha pessoal .A capa do livro chamou a atenção e o desejo de le-lo surgiu .

Fragmentado: Como fora três aulas para apresentação dos relatos sobre o diários abaixo alguns diários despertou meu interesse por reler:

Blog de Bagdá de Salam Pax (retrata a guerra no Iraque);

O homem que não  amava as mulheres de  Stieg Larsson  (diário ficcional) ;

Diário de Anne Franklin (retrata a vida de menina judia na segunda guerra mundial  ) ;

Anos Rebeldes.

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Brincar de Lego?

26/05/2010

Hoje a Professora Conceição entrelaçou os conceitos de  Bordieu com a temática da disciplina Leitura e Formação do leitor.

Bourdieu afirma que a ação das estruturas sociais sobre o comportamento individual se dá preponderantemente de dentro para fora e não o inverso. A partir de sua formação inicial em um ambiente social e familiar que corresponde a uma posição específica na estrutura social, os indivíduos incorporariam um conjunto de disposições para a ação típica dessa posição (um habitus familiar ou de classe) e que passaria a conduzi-los ao longo do tempo e nos mais variados ambientes de ação.

Cabe, observar o conceito de habitus que Bourdieu define como um conjunto de disposições, decorrente de um processo de interiorização da exterioridade e de exteriorização da interioridade, que leva os agentes a procederem de acordo com as possibilidades existentes dentro da estrutura do campo.

O campo é o espaço onde as relações são objetivamente definidas através do modo como são distribuídas as diversas formas de capital.

Seguindo  a visão de  Bordieu entendo que exista o poder invisível, isto é, somos influenciados por  agentes, seja família, a escola ou  a mídia.  Compete observar que tais agentes modelam, como as  escolas seguem diretrizes de ensino, como nas famílias seguem os  costumes passados de geração a geração. Como as editoras  que através das propagandas e divulgações afere implicitamente os escritores e livros do momento.

Então o leitor é influenciado  ?Apos a aula e estudos dos conceitos de Bordieu acredito que as  influencias são invisíveis, o leitor e suas escolhas de leitura são influenciadas por agentes como a família,  os amigos, o autor,  o editor e  etc.Como brincar de Lego onde o leitor e a peça e os agentes modela as estruturas.

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Bienal Minas 2010

19/04/2010

“O universo é uma biblioteca” (Rubens Alves)

 

Compreende que papel da escola  é ministrar aos estudantes, através da leitura, os instrumentos necessários para que eles consigam buscar, analisar, selecionar,relacionar, organizar as informações complexas do mundo contemporâneo e exercer a cidadania.

Para isto, faz necessário unir as habilidades dos educadores e bibliotecários para desenvolver  leitores competentes que gostem de ler, que leiam para estudar e adquirir conhecimentos ou para obter informações para as mais diversas finalidades é formar as bases para que as pessoas continuem a aprender durante a vida toda.

Após o relato de Santuza Abras sobre “O papel pedagógico da biblioteca escolar” percebe visão politizada sobre as bibliotecas escolares (públicas). Os dizeres otimista que tanto Ela frizou vai de contra a realidade das bibliotecas escolares(públicas). Sabemos que um bibliotecário é responsável por cinco bibliotecas escolares (públicas) sendo que professores afastados de suas verdadeiras funções  lotam as bibliotecas divergindo do bibliotecário  que são preparados para atuar neste locais. Apesar dos relatos de Maria Terra ( Professora de Historia  ) que atua em biblioteca escolar pública  entendo que os bibliotecários tem caminho a percorrer dentro das instituições de ensino . Isto é,precisa divulgar aos demais profissionais da área da educação que o bibliotecário possui competências para mediação da leitura ao leitor nas escolas.

Fragmentado: Recebemos no final do debate a visita de Rubens Alves valeu  conhecer a lenda.Sim. Tenho a imagem dele como lenda. Sobre a Bienal Minas 2010 apesar de alguns especialistas serem contra o evento acredito que tudo forma de envolver o leitor a atividades de leitura mesmo que seja um entretenimento é valida por compreender de alguma forma sementes serão lançadas nestes eventos através dos Fóruns e os Debates abertos ao leitor.   

Fragmentos Visuais:Bienal Minas 2010

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Continuação

12/05/2010

 

Continuamos nesta quarta feira o encontro com roda de releituras dos  diários  na sala de aula .Neste pode expor minhas impressões do diário  Quarto de Despejo  de Carolina Maria de Jesus relido por mim e mais dois colegas.Percebi que apesar de reler o mesmo diário tivermos impressões diferenciadas sobre o cotidiano  de Maria Carolina de Jesus.

Quarto de Despejo despiu-me da visão preconcebida que fiz ao ler os primeiros capítulos do livro. Entender as entrelinhas do diário foi exercício. O diário vai alem da miséria e violência existe o desejo de uma mulher ser feliz de ser realizar como mãe, escritora e cidadã.

 

Fragmentado: Apesar de a Professora Conceição liberar para assistir a palestra não identifiquei com tema, mas na quinta-feira assisti à palestra de Vergueiro que apresentou o tema: Gestão de Qualidade em Unidades de Informação  abordando  o usuário como cliente.

A respeito da palestra Vergueiro articula que o bibliotecário como prestador de serviço de informação precisa estar atento as modificações no serviço de busca a informação.  E a gestão de qualidade é uma resposta para possibilidades de ajudar o profissional a melhorar a respostas ao usuário. Isto é,Vergueiro trata o usuário como cliente por entender que o primeiro compreende sentido passivo,adaptado ao sistema e o segundo sentido proativo ,o cliente que escolhe o serviço.Portanto, o bibliotecário necessita de estratégias para melhor qualidade nos serviços de informação.

Pararelelo a Vergueiro entendo que o bibliotecário como mediador da leitura identifica com alguns aspectos da gestão de qualidades em unidade de informação. Enfim, o bibliotecário necessita de estratégias para suprir as carências de leitura do leitor. Já que Perrotti menciona o leitor com ativo as suas escolhas.    

 

 

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